Limpaxis

Falar de pedras divide águas. Uns acham mística profunda, outros acham parvoíce. Eu fico no meio: não acredito que uma pedra cure uma doença, mas acredito profundamente no poder de levar comigo um objecto pequeno que me lembra do que é importante. E isso, sim, muda comportamentos.

Quartzo Rosa — o amor próprio

A pedra mais conhecida e a mais subestimada. Os antigos egípcios usavam pó de quartzo rosa em máscaras faciais. Os gregos atribuíam-na a Eros.

Hoje, a leitura mais simples: o quartzo rosa é a pedra do amor — mas começando pelo que se sente por si próprio. Trazê-la ao pescoço ou no bolso é um lembrete físico de que como me trato define tudo o resto.

Amatista — clareza e calma

Violeta profunda, fácil de reconhecer. A palavra vem do grego amethystos, que significa “não embriagado” — os antigos acreditavam que protegia da perda de controlo.

A leitura prática: amatista é para quem precisa de pensar com clareza num momento de turbulência. Para colocar na mesinha de cabeceira, debaixo da almofada, ou no escritório. Não cura nada, mas serve de âncora quando os pensamentos se aceleram.

Citrino — energia e abundância

Amarelo de mel. Conhecida como “a pedra do mercador” — diz-se que os comerciantes antigos a guardavam na caixa registadora. Hoje é simplesmente a pedra associada à abundância no sentido mais amplo: oportunidades, projectos, dinheiro, mas também energia e vontade de fazer.

Funciona bem perto da secretária ou onde se trabalha.

O que importa, no fim

As pedras não fazem milagres. Mas trazer uma comigo todos os dias é uma forma de me lembrar daquilo a que quero dar atenção — amor próprio, clareza, abundância — e isso, quando é diário, transforma.

É como o anel de casamento. O ouro não tem propriedades mágicas. O que conta é o que ele representa todos os dias.

Na secção de jóias e acessórios tens pulseiras e colares com estas três pedras, em montagens delicadas para usar todos os dias.

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